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Bolas de Berlim... sem creme

Um blogue que não é de culinária (apesar de ter algumas receitas)

Bolas de Berlim... sem creme

Um blogue que não é de culinária (apesar de ter algumas receitas)

Calendários do advento (um pouquinho atrasados)

Este ano, porque estamos de dieta (os 3 quilos ganhos nas férias ainda por cá bamboleiam), decidimos não comprar um calendário do advento daqueles com chocolatinhos belga (e eu que não sou muito dada a chocolate, salivo só de pensar...). Pensámos, sim, ou pensei, em fazer um, dotada como só eu, mas a cabeça racional cá da casa logo me chamou à razão: a miúda ainda não tem idade para perceber que só pode abrir uma janelinha por dia e como é que lhe vais explicar que no dia 25 se acabou a brincadeira? Seria, provavelmente, o fim do mundo (e não no dia 21 como para aí apregoam). Para evitar causar-lhe esse desgosto em tão tenra idade, resolvemos, então, adiar o projecto por mais um ano. Assim, e como perdi algum tempo a pesquisar diversos tutoriais, deixo já algumas sugestões para 2013, umas muito fáceis de fazer, outras nem por isso, mas daqui a um ano já estarei a fazer fatos de Halloween com um olho fechado e calendários do Advento às escuras!

Começamos pela rainha do DIY, como é óbvio.

Pequeno estendal de envelopes, com outras ideias giras aqui.

Com sugestões sobre o que pôr em cada caixinha.

Maneira engenhosa de aproveitar as caricas das minis...

Ou esta sugestão ecológica.

Era uma coisa assim ou assim que ia costurar este ano e já tinha andado a ver colecções de bonecos da Playmobil ou semelhantes com 24 peças para a miúda fazer a colecção.


Para quem fuma. Bem fácil de fazer.


Este é o meu preferido.
Mas, como dizem os americanos, nem num  milhão de anos...

Ou o mais provável será chegar ao dia 30 de Novembro e desenrascar uma coisa assim. Afinal de contas, o que conta é a intenção e o efeito surpresa...

Destas coisas

Estava tudo bem. Na creche nada a assinalar, dia de feirinha de Natal para ajudar a ipss, a seguir baby yoga que ela cumpriu com uma alegria inusitada, fazendo o pino e dando a cambalhota, e para casa fomos felizes, de recado pronto para dar ao pai assim que ele abrisse a porta: "Papá, fui ao yoga e fiz o pino". Ou foi mais ou menos isto que ela disse e eu traduzi. Estava tudo bem, portanto. Até que, de repente, nem 15 minutos depois, começar a choramingar, a recusar a comida, a ficar de faces coradas e cara de doente, a encostar a cabecinha e a preocupar-nos com uma falta de energia agoirenta.
A noite foi como já se previra. Até à uma da manhã uma sucessão de dormir e acordar a chorar, sem percebermos bem porquê, sem ponta de febre que se visse, sem cólicas ou dores que conseguisse explicar. Algo foi, no entanto, que só passou com um supositório. Depois dormiu. Ela e nós, embora eu fosse acordando de quando em vez mal ouvisse um suspiro mais prolongado.
De manhã, acordou quase como se nada fosse. Faltava o quase exposto nas olheiras que lhe marcavam o rosto branquinho. Mas daí a nada já dançava e saltava como se na noite passada não estivesse estado tão esquisita.
Dizem que as crianças têm destas coisas. Chamemos-lhe dores de crescimento ou a dor de parecer não ter em mim todo o amor do mundo que lhe pudesse acalmar a aflição.