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Bolas de Berlim... sem creme

Um blogue que não é de culinária (apesar de ter algumas receitas)

Bolas de Berlim... sem creme

Um blogue que não é de culinária (apesar de ter algumas receitas)

Fim-de-semana artesanal

Então, lá desisti dos sabonetes. Em vez disso, fiz um écharpe com apliques, cuja foto não vou colocar aqui porque preciso mesmo de continuar convencida que está muito giro e digno de oferecer à sogra. De resto fiz praticamente todas as prendas, tirando uma para o pai, porque já não tive forças de me pôr a pintar madeira, e a bolsa para a cunhada, porque houve sempre alguma coisa que correu mal nas duas que fiz. Além disso, para grande desgosto meu, os tecidos de capulana que trouxe de Moçambique revelaram ser de péssima qualidade....
Cheira-me que vou ter mesmo de espreitar aqui para fazer uma coisa decente do princípio ao fim. Ainda tenho 5 dias, tudo é possível!

Ora, os resultados foram mais ou menos estes:

A bolsa (uma das) que não ficou tão bem como parece.

 

Os preparativos para a festa dos dois anos da filhota, cuja decoração ficou a meu cargo, mas como me embrenhei demasiado nas prendas de Natal, acabei por não conseguir delinear um tema para a festa. Portanto, vai ser o tema dos retalhos e do que há cá por casa!

 

Os marcadores de livros para oferecer a montes de gente.
5 já foram, que isto é tudo gente culta e letrada.

 

O porta-lápis para oferecer ao amiguinho-surpresa na escola, no dia da festa de Natal. Podia ter comprado qualquer coisa, mas quis ver quanto tempo demorava a fazer um. É que o plano inicial era fazer 14 para distribuir nos party favour bags que ainda vou ter (help!) de preparar para a festinha de anos da Inês na escola. Resultado: decidi simplificar! O homem vai fazer umas coisas desidratadas e eu...
...vou ao chinês!

 

O raio das pegas para a avó e para a tia.

 

Os saquinhos de alfazema que ainda vou ter de encher. Sem stress, ainda tenho 5 dias!

 

A malinha para a prima de 6 anos. Pronto, acho que esta ficou gira!

 

Os passarinhos para o móbil que custaram a encher comó raio para o mais novo membro da família que vai nascer em breve.

 

A bolsa para a mãe que, segundo já me disseram, tem um ar assim "esquisito" e não serve para pôr nada (visão masculina da coisa, vale o que vale). Eu cá achei o molde super fácil de fazer...
 
De modos que depois de tudo isto em 2 dias estou com uma grande dor de pescoço.

Limpeza facial

Uma das maneiras que arranjei para lhe conseguir lavar a cara de manhã, a bem, foi iludi-la com os cremes que ela, já com uma feminilidade exacerbada em algumas coisas, adora esfregar pelo corpo! Já por várias vezes tive de a pôr debaixo da torneira para tirar os quilos de creme que espalhou pelo corpo enquanto eu me distraí 2 minutos. Aconteceu o mesmo com o batom, que eu nem sequer uso, mas que por acaso tinha, e ela fez por assegurar que não o voltaria a usar...
Portanto, sento-a na bancada da casa de banho e iniciamos as duas o processo de limpeza, tonificação e hidratação do rosto. Depois de lhe lavar a cara, que digo ser essencial para pôr o creme, e de lavar a minha também, que ela não faz nada que a mamã não tenha já feito, passo-lhe para as mãos o disco de algodão embebido em água tónico. Depois disso é que vem o creme, que no caso dela é um creme biológico-ecológico-super inofensivo, mas que ela não sabe e pensa que é o creme das rugas sedoso da mamã. Adora abrir e fechar o frasco e deitar o creme nas mãos ("Muto, mamã, muto!") e espalhá-lo no rosto. A cara não fica suficientemente hidratada enquanto não repetir o processo pelo menos umas cinco vezes.
Hoje de manhã estávamos nós nisto, quando o gato entra na casa-de-banho, ela olha, fica a pensar, e depois diz:
- Mamã põe cuéme*, Inês põe cuéme... E o gato?