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Bolas de Berlim... sem creme

Um blogue que não é de culinária (apesar de ter algumas receitas)

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A Super Mulher também vai à bola?


Qual urso polar em hibernação, mas menos fofo e em igual perigo de extinção, assim é o meu gosto por futebol: acorda de 2 em 2 anos enquanto a Selecção não perde. (In)felizmente que a coisa não costuma durar muito. É que o pobre do coração não aguenta.
(Assim o diz o meu estado pré-enfarte do miocárdio durante aquele mítico jogo dos penaltis de Portugal-Inglaterra no Euro 2004 e o jogo dos 16 cartões amarelos com a Holanda e no Mundial 2006. Juro, estive assim para cair para o lado de nervos.)

E, já que falamos em futebol, por causa desta brincadeira no Euro, o pai da minha filha tem estado em  terras polacas e ucranianas a ver a bola e só voltará daqui a 6 dias. Para além destes 11 dias fora (e não os 10 dias que me vendeu), pouco depois de voltar partirá de novo para se pôr a pedalar o Caminho de Santiago desde França (há quem seja Ironman, há quem goste da borga associada a  ajuntamentos internacionais de fãs da bola, e que há quem ache que pode conciliar as duas coisas no espaço de um mês...).
Assim sendo, este é o Mês da Mãe Solteira Mãe Sozinha! E, para já, não me posso queixar muito. Ao contrário do que esperava, tenho conseguido coordenar os meus horários com os dela sem precisar de me levantar às 6 da manhã nem de prescindir de grande coisa (exceptuando o Optimus Primavera Sound e a noite de Santo António, que, confesso, me custou um booocadinhooo não ir...) e sinto que até ao final da provação a vida vai-me continuar a correr sobre rodas. Senão, vejamos:

- Ela pensa que o pai dela foi viver para trás da televisão verde e guarda todos os abracinhos só para mim.
- Eu sinto-me a Super Mulher e tenho estado tão ocupada que não tenho tempo para pensar em comida, o que só é benéfico, visto a balança ter deixado recente e inexplicavelmente de ser minha amiga.
- Ele vai chegar cheio de saudades nossas e vai-me compensar o "trabalho" nas 137 noites seguintes em que vai ficar responsável por ir se ela acordar.

Só coisas boas, portanto. Mas, mesmo assim, não queria deixar de expressar a minha profunda admiração pelas mães solteiras/divorciadas/sozinhas. É nestas alturas que percebo que vocês são Super Mulheres. A minha vénia. A sério.

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